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Nossa nova coleção de Inverno 18 é um chamado para a urgência da adoção de práticas e atitudes mais sustentáveis.

850 mil peças
produzidas com os e-fabrics – matérias-primas ou processos sustentáveis – desde 1998, quando começamos a desenvolver a primeira t-shirt em algodão orgânico.

T-Shirt Image

Produto feito com fibras de PET reciclado Moletom ASAP

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nos últimos 10 anos aumentamos em mais de 1.000% o uso da malha PET nas coleções

Moletom - Image

em 2017 promovemos a reciclagem de mais de 270.000 garrafas plásticas = 1,9t de garrafas retiradas do meio ambiente | 199 milhões de litros de água foram economizados | -15% nas emissões de CO2 | -70% de energia utilizada | -38% de água utilizada | geração de renda para cooperativas e associações de catadores.

Fonte Coppead-UFRJ

logo e-basics

É um projeto criado em parceria com o Instituto-E em 2001, a partir dele criamos novas alternativas de consumo consciente.

Nessa coleção temos 15 diferentes materiais de origem ou processos sustentáveis.

algodão orgânico

Produzido sem o uso de adubos químicos, o cultivo orgânico mantém e recupera a fertilidade dos solos, preserva a biodiversidade e garante qualidade de vida aos trabalhadores envolvidos na cadeia produtiva. Este tipo de cultivo evita o adoecimento de cerca de 250 mil agricultores ao ano que são contaminados pelo manuseio dos venenos utilizados para controle de pragas. O algodão orgânico é uma solução para diminuir os impactos ambientais do processo de produção.

malha com fibra de PET

Fibra de poliéster reciclada, a partir de embalagens PET – um dos primeiros materiais sustentáveis trabalhados pela Osklen, ainda no início dos anos 2000. Sua produção gera renda para os catadores de material reciclável e é um importante fator na diminuição do aquecimento global, retirando do meio ambiente embalagens que levariam até 300 anos para se decompor.

O Brasil descarta hoje 6 bilhões de garrafas PET por ano. O uso dessa fibra gera uma economia de energia de 76% e a redução de emissões de CO2 é de 71% em comparação com o processo convencional.

tricot E

Peças desenvolvidas a partir da reutilização de sobras de tecidos da Osklen. O fio do tricot foi construído com os retalhos destes tecidos cortados em tiras. Esse processo foi todo realizado pelo Grupo de Mulheres Tricoteiras de Queimados, região da Baixada Fluminense. Além de reaproveitar um material em estoque, incentivamos o trabalho 100% feito à mão, apoiando mulheres que preservam a técnica milenar do tricot.

couro de pirarucu

O pirarucu é um peixe destinado fundamentalmente à alimentação. A pele não era aproveitada e, ao ser descartada pela indústria alimentícia, ocasionava poluição biológica. A captura do pirarucu respeita as leis ambientais e os períodos de procriação. O processo de curtimento do Bio-leather desses peixes é feito com corantes naturais, evitando o uso de sais de cromo – componente tóxico e poluente.

A pesca do regulamentada do pirarucu e a utilização das peles descartadas fomenta comunidades locais, gerando novos empregos e impulsionando a economia.

Somos pioneiros no uso desse material e processo de produção e hoje tanto produzimos peças com peles originais, como também reaproveitamos material remanescente de outras coleções.

solados reciclados

Para essa coleção desenvolvemos um solado feito a partir da reutilização de aparas de borracha, ou resíduos de palha de arroz e cortiça, que seriam descartados.
A reciclagem desses materiais preserva o meio ambiente, evita a degradação do solo e reduz os impactos do descarte na natureza.

Algodão Reciclado - Imagem

Algodão Reciclado Proveniente do reaproveitamento de resíduos têxteis

Couro Pirarucu - Imagem

Couro de Pirarucu Proveniente de manejo sustentável, produzido por comunidades

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Linha
do tempo

Linha
do tempo

1998 / Pioneirismo na sustentabilidade
Oskar Metsavaht lança os fundamentos do desenvolvimento sustentável para a Osklen e assim implementa estratégias que dão início aos projetos socioambientais na moda.

1999 / Lançamento das primeiras peças sustentáveis
Em 1999 foi lançada a primeira t-shirt feita com cânhamo – uma fibra resistente que não utiliza produtos químicos em sua produção. Também foi nesse ano que a Osklen iniciou o desenvolvimento do algodão orgânico em parceria com a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) e a ONG Esplar, no Ceará, em um momento que não se falava de sustentabilidade como se fala hoje, quando ainda não havia histórico de práticas sustentáveis no Brasil.

2000 / e-brigade
Esse ano foi o lançamento das primeiras t-shirts de algodão orgânico com assinatura e-brigade.
Idealizado por Oskar Metsavaht, o e-brigade é um movimento que surgiu sob o slogan “Save your Lifestyle. Act Now”. Seu objetivo era reunir ecologistas, professores, sociólogos e organizações de preservação ambiental, organizações de ação comunitária, empresas e instituições de pesquisa e ensino para combater a desinformação quanto ao desenvolvimento sustentável ambiental e social. Divulgar os ensinamentos da Carta da Terra, da Agenda 21, da Convenção da Biodiversidade e do Protocolo de Kyoto.

2006 / e-fabrics
Desde 1999 a Osklen avançou na pesquisa e desenvolvimento de materiais e processos sustentáveis e, assim, formalizou o projeto e-fabrics, em parceria com o Instituto-e. Essas peças chamadas e-fabrics utilizam materiais de origens recicladas, orgânicas, naturais e artesanais, desenvolvidos por comunidades, cooperativas, ou por grupos industriais.
Dentre eles, destacam-se os couros de salmão e pirarucu, usados na confecção de acessórios, tênis, bolsas e carteiras; malha PET, composta por algodão e fibra de poliéster proveniente da reciclagem de embalagens PET; algodão orgânico, cultivado sem uso de substâncias tóxicas ao meio ambiente; tricot reciclado, feito de fios de algodão desfibrado, proveniente do reuso de sobras da indústria têxtil; e seda orgânica, fabricada a partir de casulos rejeitados pela indústria tradicional por estarem fora do padrão. Estes e-fabrics ainda são tingidos naturalmente, sem poluir o meio ambiente.

2006 / Instituto-e
Fundado e presidido por Metsavaht e dirigido pela socióloga Nina Almeida Braga, o Instituto-e idealiza e implementa projetos socioambientais inspirados no conceito dos 6 “e”s – earth, environment, energy, education, empowerment e economics – com o objetivo de ajudar a promover o Brasil como o país do desenvolvimento humano sustentável.

2007 / Amazon Guardians
Na coleção de Inverno 2007, Oskar Metsavaht convoca uma brigada urbana contra a degradação do meio ambiente, onde o homem e a mulher assumem o papel de guardiões da Amazônia.

2008 / Future Maker
A Osklen foi apontada, junto com a TESLA, como “Future Maker” pela World Wide Fund for Nature do Reino Unido (WWF-UK), umas das maiores e mais influentes ONGs do mundo.

2009 / Recuperação da vegetação de restinga
Osklen e o Instituto-e começaram o projeto de recuperação, com o apoio da Prefeitura do Rio de Janeiro, dos canteiros de vegetação de restinga fixadora de dunas nas praias de Ipanema e Leblon.
Além de trazer a fauna típica deste ecossistema de restinga de volta à praia, a recuperação da vegetação contribui para a manutenção de uma temperatura mais amena ao redor dos canteiros e para a contenção da areia em caso de ventania ou ressaca. Em 2013, o projeto se estendeu à Prainha, na Zona Oeste do Rio, e se mantém ativo até hoje.

2009 / Projeto TRACES
Em 2009, o Instituto-e firmou parceria com o Ministério do Meio Ambiente, Terra e Mar da Itália para analisar as pegadas de carbono e social de seis produtos e-fabrics da Osklen, algo inédito no mundo. As equipes multidisciplinares da Osklen, Instituto-e e IMELS percorreram diversas regiões do Brasil, da Amazônia ao Sul do país, analisando de perto cada etapa da cadeia produtiva destes e-fabrics. Mensurou-se a quantidade de CO2 liberada desde a coleta dos materiais utilizados na fabricação das peças até a chegada dos produtos às lojas Osklen. Também foi avaliado o número de trabalhadores beneficiados pelos programas de responsabilidade social dos produtores. As peças submetidas a esta análise ganharam etiquetas que informavam ao cliente suas pegadas de carbono e social. O produto que apresentou a maior pegada de carbono teve suas emissões mitigadas por meio de um projeto de substituição de combustível por energia solar.
Depois dos resultados positivos do projeto, a Osklen teve outros quatro produtos avaliados sob o ponto de vista das pegadas hídrica e social. O projeto foi chamado de WATERTRACES.

2011 / UNESCO
Em maio de 2011 Oskar Metsavaht recebeu da UNESCO o título Embaixador para a Cultura da Paz e da Sustentabilidade. “A UNESCO conheceu Oskar Metsavaht e seu trabalho voltado para a conservação do meio ambiente através do e-brigade, um exército do bem destinado a preservar nosso planeta e as condições de vida. Tudo na Osklen combina com esse objetivo. Ao conhecê-lo mais de perto, a UNESCO imediatamente o convidou para liderar empreendedores que tenham a mesma responsabilidade social.” Marlova Jovchelovitch Noleto UNESCO | Diretora Adjunta de Programas no Brasil

2012 / Rio 20
O Instituto-e promove o Prêmio-e, dentro da programação oficial da Rio 20, homenageando as principais figuras mundiais ligadas ao meio ambiente, entre elas Sylvia Earle (Deep Search Foundation), Sebastião Salgado, Russell Mittermeier (Conservation International), Benki Piyãko (Ashaninka) e o lendário Maurice Strong (Secretário Geral da Stockholm 72 e da Rio-92).

2012 / A21 Collection
Coleção inspirada na Agenda 21 – documento que resultou da conferência ECO 92 (Rio-92) e que estabelece a importância de cada país agir global e localmente na busca de soluções para os problemas socioambientais – foi lançada em celebração à Rio 20, atualizando os valores e diretrizes da Rio 92 para o mundo contemporâneo.

2012 / e-Ayiti
O e-Ayiti é uma parceria – mantida até hoje – entre Osklen, Instituto-E e Ethical Fashion Initiative (EFI), um projeto do International Trade Centre (ITC), agência ligada à ONU e à Organização Mundial do Comércio (OMC). Com o slogan “Not Charity, Just Work” (Não é caridade, apenas trabalho), o EFI conecta estilistas e designers de todo o mundo com artesãos de países economicamente vulneráveis, garantindo a estes trabalhadores uma remuneração mais justa. A participação da Osklen se dá com o desenvolvimento de uma coleção de acessórios produzida por artesãos locais com material reciclado sob a supervisão de designers da marca.

2015 / Ashaninka
A Osklen lança a coleção Ashaninka, um tributo criativo ao povo nativo da Amazônia, na região do Acre e Peru. Oskar e equipe estiveram na aldeia Apiwtxa por duas vezes, no processo de pesquisa e inspiração. Os royalties destinados à aldeia implementaram melhorias na escola da comunidade e compraram um terreno em Cruzeiro do Sul, no Acre, para construir uma sede da associação dos Ashaninka.

2018 / ASAP
Conceito que traz para o dia a dia a urgência de agir de forma mais sustentável possível. A coleção foi desenvolvida com o maior número de processos e materiais que minimizam os impactos socioambientais, reforçando o compromisso da Osklen em fazer uma moda pautada pelo desenvolvimento sustentável.

Mais resíduos estão sendo transformados em moda, promovendo a economia circular, de reuso e reaproveitamento de matérias-primas, impedindo que esse material vá parar no meio ambiente.

Tenis e Bolsa - Imagem